Aproveitando a última semana na cidade, não poderíamos deixar de conhecer o museu. Aliás, coisa que deve ser visitada em cada cidade pela qual se passa, e principalmente nesse caso, o que faz tal lugar um passeio imperdível para quem passar por Auckland.
A entrada é livre, mas uma doação de $5 é requerida (você acha mesmo que eu paguei?).O Museu de Auckland ocupa o centro de um parque bem bonito, o Auckland Domain, bem no meio da cidade. O acesso a pé a partir de suas diversas entradas é um passeio bem bacana pelos bosques.
A fachada é bem majestosa e lembra o prédio da UFPR no estilo grego.
São três andares principais: História Māori e dos povos do pacífico, história natural e história militar.
Canoas enormes foram utilizadas pelo pessoal que chegou aqui antes dos brancos mesmo com técnicas de navegação bem inferiores à dos europeus. Ir a mar aberto com rumo incerto pelas ínfimas ilhas do pacífico é constantemente lembrado como ato de coragem e bravura na cultura Māori.
Réplicas de moradias e outros artefatos com trabalho em madeira assustadoramente detalhado.
Uma pena diversos animais vivos serem mantidos, principalmente nas sessões direcionadas às crianças que freneticamente esmurram os biombos de vidro.
Uma sala sobre a Patagônia. As pessoas em geral conhecem melhor a Argentina que o Brasil. As relações diplomáticas dos povos de colonização inglesa são bem mais próxima do nosso vizinho que nós. A fama é devido também em partes à Guerra das Malvinas.
Os aparelhos em si são bem interativos, não há problemas com câmeras fotográficas nem em tocar tudo o que se está ao alcance. Isso aí é um microscópio com o sistema de focagem bem simplificado para uso público, ao lado de uns besouros um tanto dinossáuricos.
Plantas carnívoras, também de verdade.
O Bernardo se estranhou com um Tux gigante perto da sessão dos dinossauros.
A sessão sobre história militar guarda muitas armas e apetrechos usados na primeira guerra. Por Auckland existem diversas lojas de montanhismo onde se pode obter as quinquilharias mais esquisitas relacionadas à guerra.
Nesta sessão central do museu, no último andar, encontramos as homenagens aos mortos na primeira guerra mundial, episódio lembrado com um dos poucos feriados nacionais, o ANZAC Day - dia dos soldados do exército da Austrália e Nova Zelândia - no qual morreram um quarto de toda a tropa enviada.































13 de Julho de 2008, às 10:47
Este museu parece muito legal! Eua ia pirar na seção de fósseis.