Capa / Portfolio / 232 posts / 965 comentários

Este artigo é parte da série Diários da Nova Zelândia

  1. Auckland a Mangawhai Heads
  2. Whangarei, Parque Kauri e o Acampamento no Mirante de Tutukaka
  3. O Farol de Matapouri, a Perda da Câmera e a Ponte Whananaki
  4. Kerikeri, Rainbow Falls e Kapowairua
  5. Escalada da Colina Te Karaka em Kapowairua
  6. O Atolamento no Extremo Norte Proibido
  7. Dunas de Te Paki, Cape Reinga e Tapotupotu
  8. O Perigo de Se Atolar em 90 Mile Beach
  9. Buscando o Bernardo, Dormindo no Roger e Visitando a Adidas
  10. Lago Rerewhakaaitu, Barragem Aratiatia, Huka Falls, Rotorua e Taupo
  11. Ferry de Wellington a Picton e Andando em Nelson
  12. A Exaustiva Trilha de 12 Horas em Abel Tasman
  13. Greymouth, Hokitika e Ross
  14. A Chegada em Arthur’s Pass
  15. A Subida do Mt Aicken
  16. As Geleiras: Fox Glacier e Franz Josef Glacier
  17. Quatro Dias em Queenstown
  18. Fiordland, Te Anau e Henry Creek
  19. A Grandeza de Milford Sound
  20. Contorcionismo Pelas Fendas de Clifden Caves
  21. Invercagill e Bluff
  22. Waipapa Pt e Jack’s Blowhole

Acordamos cedo sob fina chuva. Tínhamos de beirar a costa pelas praias até Greymouth, a maior cidade da costa oeste da Nova Zelândia. As estradas nestes percursos lembram as estradas em meio aos penhascos andinos. Lembro de dirigir sobre um dos piores trechos com meus dois companheiros de viagem dormindo. Perderam toda a emoção. As paisagens aqui são incríveis. O tempo não ajudou muito, mas a cada encosta e subida de morro, uma nova vista para a faixa de praia que ficou pra trás. Segue uma foto que mostra um pouco da situação do tempo.

Praia à beira da estrada para Greymouth

Vista da Costa Oeste da Nova Zelândia

E nesta mesma praia, o Beto não podia também deixar de zoar um pouquinho de um cartaz educativo da polícia quanto ao limite de velocidade, referenciando a multa que ele levou por andar a 109Km/h, resultando nos mesmos NZ$120 da propaganda.

Beto Tirando uma com a Placa Educativa da Polícia

Chegamos em Greymouth, estava um tempo frio e chuvoso. Não deu pra ver bem como é a cidade, mas a impressão que fica pelos fatores meteorológicos mesmo é que ela é bem feia. Novamente, a primeira coisa que procuramos foi um ponto para carregar os celulares, e depois disso fomos passear pela cidade para esperar os celulares carregarem.

Passando por uma “Family Store”, que é uma loja de artigos usados destinada a pessoas pobres e simples, o Bernardo achou um tênis branco novinho por NZ$5, e o Beto um par de esquis por NZ$10. Tamanha foi a alegria do achado - mesmo embora estes esquis tenham mais de dez anos de idade - que foram tiradas várias fotos com o equipamento.

Beto Com os Esquis que Custaram NZ$10

Acompanhe os artigos para saber o triste destino destes esquis.

Pela tarde seguimos para Hokitika, uma outra pequena cidade litoânea da costa oeste, mais simpática e praiana que Greymouth. Esta pequena cidade é bastante conhecida pelo artesanato de jóias em pádua, um marisco nativo da Nova Zelândia com a carapaça esverdeada, muito bonita.

A pequena e simpática Hokitika

No passado os nativos Mäori viajavam até esta região para coletar as conchas e fazer as jóias que eram comercializadas entre as tribos por todo o território neozelandês.

Ao ceder ao luxo de dois potes de sorvete paramos em uma pequena península encosta à baía com uma praia para fora. Enquanto o Beto brincava com as gaivotas, eu e o Bernardo achamos muito interessante o molde polido e redondo das pedras desta praia, e passamos algo em torno de uma hora coletando-as.

Pedras polidas pelo mar em Hokitika

Viríamos mais tarde a entregar um par destas pedras a um jovem artesão da feira do Largo da Ordem de Curitiba para que ele nos fizesse dois colares rúdicos.

No fim da tarde fomos para Ross, desta vez no interior já a caminho do parque chamado Arthur’s Pass. Ross foi a única corrida por metais preciosos significativa que Nova Zelândia teve. Muitos atraídos por rumores de riqueza fácil vieram para cá e acabaram encontrando um alarme falso, tendo que se dedicar à pecuária e outras atividades. Fomos dar uma volta no antigo local de mineração.

Choupana de Mineradores em Ross

E logo acima do terreno de mineração, um cemitério parecido com o que há na Simonds St em Auckland.

Cemitério no Alto da Colina de Mineração em Ross

Ross foi também a cidade em que pela primeira vez foi feito o Haka, a dança típica de guerra Mäori, para a comemoração de um jogo de Rugby. Marca dos All Blacks em todas as partidas até hoje.

Saindo de Ross fomos atrás de um lugar para acampar, o que acabou acontecendo só pelas 22h em um local bem úmido que pela manhã fomos descobrir ser à beira de um lago.

3 Comentários

elza — 11 de novembro de 2009 às 23:36 #

Ola, voltei a 1 semana da nz, adorei … estou lendo e vendo ainda as fotos e post q vc esta fazendo… fiquei11 dias muito pouco pra conhecer a ilha do norte e sul… terminei em queenstown onde minha amiga mora a 4 anos, amei tudo quero voltar.
aproveitem

um abraço da elza

Vinícius Massuchetto11 de novembro de 2009 às 12:26 #

Oi Elza. Muito legal!
Coloque links de fotos se você tiver.
Aos poucos vou progredindo aqui nos diários.

Abraços

Vinícius Massuchetto » Invercagill e Bluff
01 de janeiro de 2010 às 09:28 #

[...] e TaupoFerry de Wellington a Picton e Andando em NelsonA Exaustiva Trilha de 12 Horas em Abel TasmanGreymouth, Hokitika e RossA Chegada em Arthur’s PassA Subida do Mt AickenAs Geleiras: Fox Glacier e Franz Josef [...]