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Estes 7 cachorrinhos nasceram no início de junho de 2009 e não possuem raça, mas observando a mãe, devem ficar com tamanho e feição de boxer. Tive que me conter para não levá-los para casa, mas caso você tenha esse interesse e possibilidade, contate o meu tio que ficaremos felizes em doar à você um ou mais cachorrinhos.

Oscar Massuchetto
Telefone: (41) 3285 3074
E-mail: omassuchetto Θ smma.curitiba.pr.gov.br

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A queda no número de passageiros dos ônibus da capital está fazendo com que o sistema de transporte coletivo de Curitiba opere no vermelho. Desde o início do ano, quando a prefeitura aumentou o preço da tarifa de R$ 1,90 para R$ 2,20 de uma só tacada, depois de cinco anos sem reajuste, a média de passageiros diminuiu em mais de 600 mil pessoas por mês. Em quatro meses, de janeiro a abril, isso significou 2,6 milhões de passagens a menos.

Como resultado, a Urbs precisou usar metade do Imposto sobre Serviços (ISS) pago pelas operadoras do sistema e jogar no próprio pagamento das despesas de transporte – em vez de encaminhar para o tesouro municipal, como normalmente ocorre. De janeiro a abril, o subsídio levou a uma injeção de R$ 4 milhões no sistema de transporte. Mas nem isso resolveu o problema – e a partir daí, a Urbs passou a atrasar o pagamento feito às 10 empresas que põem os ônibus para circular na cidade.

[...]

Fonte: Gazeta do Povo

Biarticulado Montável

A atitude estratégica de aumento da tarifa de ônibus pela prefeitura no início do ano parece estar agora se virando contra ela. Frente à grandiosos projetos de reforma de terminais e implantação de novos e maiores ônibus, a URBS tem acumulado dívidas e dívidas devido à falta de passageiros.

Com certeza essa diminuição teve repercussão nas bicicletas da capital. Alguém mais tem a impressão de que tem muito mais gente andando de bicicleta agora do que no ano passado?

Tive acesso à um texto que critica o conteúdo em português da internet por ele ser menos sério do que outras línguas. Após isso, não pude deixar de conter minha opinião a respeito.

O autor relata quando foi buscar mais informação na internet sobre o avião AirFrance que caiu no Atlântico e acabou encontrando várias baboseiras, comentários impertinentes e outras coisas que tanto estamos acostumados a ver na internet.

Ora, o que mais me assustou foram os comentários deste texto. O pessoal realmente concorda que o conteúdo brasileiro da internet é pobre, onde a predominância de comportamento orkutiano¹ de seus usuários torna o ambiente muito menos proveitoso.

Parece até ingenuidade admitir que o brasileiro usa mal a internet enfatizando este aspecto de seu comportamento sem levar em conta como a internet é utilizada no todo. Não é nenhuma novidade que o conteúdo da internet é predominantemente escrito em inglês, e embora o português seja a sétima língua mais falada no mundo, somos somente 3% da internet contra 35% do inglês e 12% do espanhol.

Esta conta um tanto lógica mostra-nos a decorrência de que é gerado muito menos conteúdo relevante, ou conteúdo produzido no exato contexto em que o queremos. Também não é difícil concluir que existe muito mais baboseira em outras línguas do que em português. Para isso basta entrar no Youtube, por exemplo, e buscar por um vídeo sobre um assunto mais específico.

A racionalização do comportamento do brasileiro em frases conformistas é muito comum no nosso dia-a-dia. Dizer que “o brasileiro não faz isso”, “o brasileiro deveria fazer aquilo” transcreve a própria imagem da pessoa que cita, pois brasileiro é também quem fala. O quanto mais distante levarmos essa história de colocar a culpa de mazelas sociais na cultura, na sociedade, no governo, etc, mais distante estaremos de resolvê-las.

¹ Não gosto muito da verbalização das marcas.

O problema da vez era colocar marca d’água em quase 200 fotos, só que havia um problema maior: Estas fotos possuíam diferença de tamanho muito alta, com algumas variando de 50px a outras de 4000px de largura. Então bolei este comandinho que pega todas elas, lê sua largura, e insere uma marca d’água de tamanho 5 vezes menor a sua largura

for imagem in *.jpg; do
	max=$(( $( identify -format '%w' $imagem ) / 5 ))	# (1)
	convert -resize "$max"x"$max" marca-dagua.png tmp.png	# (2)
	composite -gravity SouthEast tmp.png $imagem marca-dagua-$imagem # (3)
done
  1. Calcula a largura da imagem e obtém a divisão por 5 deste valor;
  2. Converte a imagem em marca d’água (que deve ser PNG) para o tamanho obtido em (1);
  3. Coloca a marca d’água na imagem e gera um novo arquivo com o prefixo “marca-dagua”.

E ao chegar logo após o término da exibição de um filme que ensinava técnicas de abate de aves:

- E aí? Já acabou aquela matação de frango toda?
- Já! Você faltou por causa disso?
- Aham!
- Nossa! E que legal! Você se importa com a libertação animal?
- Não, não! É que eu adoro frango e não quero deixar de comer.

Santa ignorância a minha.

Saímos tarde de Nelson, pois as baterias do celular e das câmeras demoraram a carregar. Fomos até Abel Tasman, um famoso parque nacional no extremo norte da ilha sul. Chegando lá tivemos uma bela surpresa: “Não é permitido acampar no estacionamento do parque.” Tínhamos calculado mal a distância do primeiro camping que fica a meia hora de caminhada para dentro do parque, e não logo no seu estacionamento como achávamos. Foi então que passamos uma noite bem mal dormida, pois foi a primeira vez que dividimos o carro para fazer isso. Em certo ponto da viagem isso se tornaria normal, e aqui começava a adaptação.

Carro no estacionamento do Abel Tasman com Beto e Bernardo ainda dormindo dentro

Foi aqui que os europeus atracaram na Nova Zelândia pela primeira vez na ilha sul, e onde também logo de cara os locais Mäori atacaram os primeiros exploradores, matando um deles. Mas esquecendo o passado de lutas da Nova Zelândia, o parque - que tem o nome do tal explorador holandês - possui extensas trilhas que acompanham a praia e sobem as montanhas próximas, todas elas muito bem sinalizadas e mapeadas.

Mapa das trilhas do Abel Tasman

Recomenda-se que a trilha padrão seja feita em três dias, com parada nos locais de camping pré-definidos, mas como nosso objetivo era só conhecer o parque e não tínhamos todo o tempo do mundo disponível fomos só dar uma andada, só que não esperávamos que iríamos nos empolgar e estender longamente esta caminhada. Esta ponte suspensa sobre a praia é logo no início da trilha saindo do estacionamento. Devia ser umas 7h da manhã quando saímos.

Início da trilha costeira do Abel Tasman

E logo após o primeiro acampamento há um mirante para a praia com a maré baixa. Preste atenção nesta foto pois na volta tirei outra igualzinha.

Stu's Lookount em Maté Cheia

A trilha do parque assusta de tão bem cuidada, e mesmo depois de andar várias horas ainda encontrávamos a trilha com placas indicativas, canaletas, pontes, pedra brita e drenos para a água da chuva. Imagino quem andou tudo aquilo com as ripas de madeira nas costas para depois montar as estruturas.

Rios límpidos no Abel Tasman

Como a trilha é costeira existem muitos pequenos rios e bicas à medida que se avança a costa, e existem também alguns trechos secundários com indicativos de tempo para caso os trilheiros queiram ver algum rio ou um ponto legal para a vista. É o caso da Cleopatra’s Pool. Após andar quase 4 horas encontramos esta entrada e fomos dar uma olhada na piscina, ida e volta deve ter dados uns 30 minutos.

Cleopatra's Pool no Abel Tasman

Uma pena que estava bem frio, pois a piscina da pedra que de fato parece uma moça era bem convidativa. Decidimos neste ponto voltar, e encontramos uma outra placa indicando outra trilha secundária que desta vez subia a montanha até a Holyoake Hut, que deveria ser um abrigo para montanhistas acamparem em dias de frio. Morro acima por mais umas três horas chegamos na tal clareira que na verdade é um ponto de içamento de água por helicópteros anti-incêndios.

Reservatório de água anti-incêndio do Abel Tasman

A cabana está bem abandonada e sem manutenção, mas dentro dela existem resquícios de que pessoas passavam por ali para descansar e pernoitar. Uma cabana num caso destes é bastante necessário visto que este parque pode ficar todo coberto de neve em dias certeiros de inverno. A vista da clareira é incrível, e pode-se ver boa parte do parque e sua baía até a Ilha Haukawakawa bem ao fundo.

Vista da Holyoake Hut no Abel Tasman

Logicamente, aproveitamos para descansar um pouquinho, pois até agora já havíamos gasto pouco mais do que 8 horas caminhando.

Na clareira anti-incêndio do Abel Tasman

Na volta pegamos o caminho que normalmente as pessoas pegam ao iniciar a trilha das montanhas. E fomos correndo contra o tempo no medo de que escurecesse. Passamos novamente no Stu’s Lookout e tivemos a surpresa de encontrar a maré cheia preenchendo todos os bancos de areia nos quais passeamos anteriormente.

Stu's Lookount em Maté Cheia

Chegamos no estacionamento exaustos. Imediatamente foi consumido um litro de bebida reidratante por cada um de nós. Lembraríamos desta caminhada através das câimbras por mais uns três dias. No final das contas o saldo da caminhada foi contabilizado - segundo o Google - por algo em torno de 30km. Este percurso o parque recomenda para o primeiro dia, mas que se acampe na Holyoake Hut antes de continuar ou voltar.

Percurso da Trilha no Abel Tasman

Em miúdos, a trilha é bem leve. Fraco mesmo foi o nosso planejamento ao entrar nela.

Este artigo é parte da série Diários da Nova Zelândia

  1. Auckland a Mangawhai Heads
  2. Whangarei, Parque Kauri e o Acampamento no Mirante de Tutukaka
  3. O Farol de Matapouri, a Perda da Câmera e a Ponte Whananaki
  4. Kerikeri, Rainbow Falls e Kapowairua
  5. Escalada da Colina Te Karaka em Kapowairua
  6. O Atolamento no Extremo Norte Proibido
  7. Dunas de Te Paki, Cape Reinga e Tapotupotu
  8. O Perigo de Se Atolar em 90 Mile Beach
  9. Buscando o Bernardo, Dormindo no Roger e Visitando a Adidas
  10. Lago Rerewhakaaitu, Barragem Aratiatia, Huka Falls, Rotorua e Taupo
  11. Ferry de Wellington a Picton e Andando em Nelson

Depois de passar reto por Rotorua e zanzar um pouco em Taupo e redondezas, fomos para um acampamento que, de tão escuro nem lembramos o nome. Mais uma vez montamos acampamento à luz dos faróis do carro e dormimos sob um frio mais congelante que o da noite anterior.

Acampanto no Breu da Noite

Usávamos duas calças, três blusas, um saco de dormir para -5°C e mesmo assim não adiantava. Era frio na certa.

Dormindo em uma fria noite na Nova Zelândia

Acordamos às 4h da madrugada para pegar o ferry às 07h. Saindo pela SH1 direto para Wellington à meros 108Km/h vimos alguns holofotes na nossa traseira. Pronto! Estávamos multados em NZ$150 por excesso de velocidade por uma ultrapassagem com margem de segurança. Conversando com o guarda vimos alguns carros passando a visíveis 120Km/h, mas fazer o quê… a vez era a nossa.

Justamente as duas primeiras e únicas vezes que fui multado na vida foram na Nova Zelândia, a primeira pelo estacionamento irregular em Whangarei, e agora nessa ida à Wellington. Esta multa gerou uma pequena discussão, o que fez com o eu passasse a dirigir no lugar do Beto até uma boa parte da viagem de agora em diante.

Tínhamos agendado o Ferry pela internet dois dias antes, ainda na casa do Roger em Auckland, o que faz ele sair um pouco mais barato. Este “um pouco” é o absurdo de NZ$75 por pessoa mais NZ$80 para o carro. Viajar pela Nova Zelândia é algo realmente muito caro!

Ferry de Wellington para Picton

Se você observar o percurso do ferry da Ilha Norte à Ilha Sul perceberá que ele passa em meio ao que é chamado de “sounds”, que são sequências de cordilheiras muito próximas à baías com características bem recortadas pelo mar.

Travessia de Wellington a Picton

Talvez esteja aí o segredo para a beleza desta travessia que gera um ambiente bastante peculiar. Desde a saída da Baía de Wellington, da passagem no Queen Charlotte Sound até a atracagem em Picton são 3h de viagem. Esta viagem é particularmente bonita.

Ferry de Wellyngton para Picton

Passamos o dia em Picton com o Roger e a Stefani - que apesar de terem nomes americanizados são brasileiros, pois havíamos combinado que nos encontraríamos na travessia já há dois dias. Picton é bastante simpática e tem só umas três quadras, serve mais de ponto de passagem para o Ferry do que qualquer outra coisa.

Decidimos visitar o Parque Abel Tasman que fica no extremo noroeste da Ilha Sul, e para isso tínhamos de passar por Nelson. Como não tínhamos mais bateria para as câmeras e celulares, água, comida e outras coisas necessárias à sobrevivência, continuamos na estratégia de ir pedindo em lojas e postos de gasolina. No que esperávamos as baterias recarregarem fomos dar umas voltas pela cidade.

Catedral de Nelson

Nelson também é uma cidade bem bonita com amplas avenidas e construções rústicas e históricas. Surpreendentemente, depois de algum tempo e pesquisando sobre esta cidade, vi que ninguém mais ninguém menos que Ernest Rutherford - o pai da química atômica - nasceu aqui. É nessas horas que vejo a falta de estudar os lugares antes de viajar até eles. Sem muito o que fazer fui treinar meus dotes fotográficos amadores.

Nelson, Nova Zelândia

Bicicletada de Maio

Está saindo então mais uma Bicicletada em Curitiba, galera! Neste sábado, dia 30/5, saída da reitoria às 10h da manhã. Venham pedalar com a gente!

Este artigo é parte da série Diários da Nova Zelândia

  1. Auckland a Mangawhai Heads
  2. Whangarei, Parque Kauri e o Acampamento no Mirante de Tutukaka
  3. O Farol de Matapouri, a Perda da Câmera e a Ponte Whananaki
  4. Kerikeri, Rainbow Falls e Kapowairua
  5. Escalada da Colina Te Karaka em Kapowairua
  6. O Atolamento no Extremo Norte Proibido
  7. Dunas de Te Paki, Cape Reinga e Tapotupotu
  8. O Perigo de Se Atolar em 90 Mile Beach
  9. Buscando o Bernardo, Dormindo no Roger e Visitando a Adidas
  10. Lago Rerewhakaaitu, Barragem Aratiatia, Huka Falls, Rotorua e Taupo
  11. Ferry de Wellington a Picton e Andando em Nelson

Partindo de Tauranga fomos até um acampamento bem escondido à beira do pequeno Lago Rerewhakaaitu. Chegamos à noite em uma escuridão total. Começava aí a difícil prática de encontrar à noite os acampamentos que utilizamos. Para isso valia o reconhecimento das placas e regiões, assim como as práticas que deveríamos adotar caso não encontrássemos nenhum lugar para dormir.

Após uma noite congelante e úmida, pudemos notar a bela limpidez do lago.

Acampamento à Beira do Lago Rerewhakaaitu

As barracas encobertas e o carro travado pelo gelo seria uma situação normal daí em diante, e pioraria muito à medida que fôssemos ao sul.

Acampamento à Beira do Lago Rerewhakaaitu

Na noite anterior havíamos passado batido por Rotorua, mas a maioria dos gêiseres e atrações turísticas enxofrentas e fedorentas ainda estavam à nossa frente. Não custava visitar o mais famoso: o Lady Knox Geyser. Fiz questão de esquecer o valor absurdo cobrado para visitar o gêiser que erupciona todo dia exatamente às 10h15min. No maior tom de protesto contra a privatização das belezas naturais tiramos a seguinte foto:

Pulando a cerca do Lady Knox Geyser

Logo após sair a caminho de Taupo paramos em um playground com um labirinto, e a moça lá nos recomendou que desviássemos o caminho até a Barragem Aratiatia para ver a abertura das comportas que acontece todo dias às 11h.

Barragem Aratiatia

Em tom cataclísmico a sirene da barragem alerta a abertura das comportas com pontualidade britânica.

Barragem Aratiatia

Perdidos em meio às tantas atrações relacionadas à cachoeiras que estão ao norte de Taupo, fomos na opção que não nos parecia ser cobrada e que menos nos desviava do caminho, as Huka Falls, um cânion agudo que eflui do do Lago Taupo e joga a água suspensa em uma pequena foz a 220.000L/s.

Huka Falls de Cima da Ponte

Porém, o que mais me chamou a atenção neste ponto foi a sagacidade dos pardais do parque. Como paramos para fazer o almoço em uma das mesas de piquenique próximas, fomos surpreendidos ao termos migalhas roubadas a poucos centímetros do pacote de pão. Estes pardais, tão acostumados com a receptividade dos turistas, nos olhavam e esperavam mais petiscos. Graças à isso consegui captar uma foto bacana com essa câmera intermediária em termos profissionais.

Pardais Folgados em Huka Falls

Seguimos para Taupo, uma cidade simpática mas que não muito tem a oferecer excluindo-se as atividades esportivas radicais. Bungy-jump, rapel, rafting, etc. Fomos assistir alguns pulos no Taupo Bungy para o Beto começar a preparar-se para o seu pulo no maior bungy-jump do mundo em Queenstown.

Taupo Bungy

Como iríamos pegar o ferry para a Ilha Sul somente no dia seguinte demos uma parada em um mirante para admirar a neve sobre a cadeia formada pelos montes Ruapehu, Ngauruhoe e Tongariro.

Vista de Taupo com o Tongariro ao Fundo

Passado o pôr do sol tomamos o rumo para mais um acampamento, pois nosso ferry era às 6h da manhã.

Tocamos direto de Auckland até Mt Maunganui. Lá demos uma volta pela cidade e revelamos algumas fotos que o Beto queria dar de presente aos amigos dele da fábrica de empacotamento de kiwi que ele trabalhou. Mt Maunganui é praiana e bem simpática.

A Simpática Cidade de Mt Maunganui

O Mt Maunganui de Mt Maunganui (sim, cidade e monte com o mesmo nome) é de fácil ataque. Em pouco menos de 40 minutos pode-se chegar ao seu cume pelas trilhas bem feitas e sinalizadas que são mantidas pelo conselho regional, e não pelo Departamento de Conservação (DoC), como foram as trilhas que fizemos antes.

Como chegamos no final do dia pudemos apreciar um bonito pôr do sol sobre o monte com uma vista para a ilha de Rangiwaea.

Pôr do Sol Sobre o Mt Maunganui

Do lado oposto, Beto e Bernardo brincavam de suicidas sob a paisagem da cidade de Mt Maunganui.

Vista de Mt Maunganui em cima do... Mt Maunganui

Depois de subir o monte e estar um pouco exaustos por não termos almoçado nada mas só comido alguns pães com queijo, fomos para Tauranga visitar a fábrica que o Beto trabalhava empacotando kiwi. O pessoal lá estava se matando na separação e embalamento das frutas, e o Beto ficou algum tempo cumprimentando todo mundo.

Fábrica de Empacotamento de Kiwis em Tauranga

Na saída fomos revirar algumas caixas de kiwi rejeitado e juntamos três enormes caixas que durariam até a metade dessa nossa segunda etapa da viagem. É impressionante o desperdício das frutas. Basta uma cor um pouco diferente ou um amassadinho que já vai pra caixa. Bom pra nós nesta ocasião onde o que não nos faltava era opção.

Beto Matando as Saudades com Seus Kiwis

Depois disso fomos visitar alguns amigos malasianos do Beto em um alojamento de trabalhadores na colheita. Por lá jantamos, tomamos banho e seguimos para o Lago Rerewhakaaitu, um acampamento que ficava a caminho de Taupo para passar a noite.